A organização que se segue tem tanto de específico, como de minucioso. A Sarspec é uma microempresa que trata do desenvolvimento de soluções e instrumentação em espectroscopia.
Espectroscopia? Sim, isso mesmo. O termo espectroscopia é a designação dada à técnica de levantamento de dados físico-químicos através da transmissão, absorção ou reflexão da energia radiante incidente em uma amostra. Em linguagem mais simples, é o mesmo que dizer que se trata do processo de “caracterizar uma amostra, qualitativamente e/ou quantitativamente, através da interacção da luz com a referida amostra” explica Ricardo Sousa e Silva, Químico e Director Geral da Sarspec.
Uma área de negócio tão específica e sensível tem como públicos-alvo outros ramos e indústrias com as mesmas características. Trabalham essencialmente para Universidades; Centros de Investigação; a Indústria Farmacêutica, Automóvel, de Iluminação, Têxtil, Semicondutores, Alimentar… etc. A verdade é que na qualidade de muitos produtos e equipamentos que podem chegar à nossa casa, a Sarspec tem a sua quota-parte de responsabilidade no assunto.
Para levar a cabo estas obrigações, o espaço que ocupa, na Fracção B2, é preenchido com equipamentos técnicos e o director geral conta que a entidade “tem a tecnologia mais avançada na utilização de detectores CCDs [dispositivos de carga acoplada, que são detectores semelhantes aos das máquinas fotográficas] como elemento detector de luz permitindo sistemas miniaturizados, de elevada flexibilidade e fiabilidade, modulares e ultra rápidos.” Sendo esta uma inovação que diferencia a empresa. A Sarspec constitui-se oficialmente em 2014, mas já desenvolve soluções/instrumentação nesta área desde 2009 e apesar de recentemente estabelecida no mercado, a sua equipa, através do trabalho e dedicação, já conquistou a confiança de muitos países no mundo. Assim, em 2014, exportaram para Alemanha, Estados Unidos, China e India.
Escolheram o parque empresarial pela sua localização e o espaço que precisavam ser à medida e necessidade da empresa. Desde que se mudaram, Ricardo Sousa e Silva afirmou notar que a empresa “tem crescido“ e têm assistido, por parte da administração do parque, a uma “aposta significativa na criação de infra-estruturas e de uma boa dinâmica de colaboração entre as empresas.”
A dedução que se tira é que a microempresa tem tido sucesso e a tendência é que isso continue a acontecer. No futuro fazem planos para desenvolver um espectrómetro CCD mais avançado do mercado. Portanto, fica o alerta: mais uma evolução tecnológica vai ter a autoria e marca portuguesa.
Sarspec, Lda.
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